Acredito que pontes são melhores que muros. Sou cidadão, empreendedor, estrategista de conteúdo na 2Aces, edito o Fotografia Diária, já editei Jornal da Fotografia e acredito no poder transformador da arte e da cultura.

Lawrence Lessig quer ser presidente com financiamento coletivo (crowdfunding)

Lawrence Lessig, um dos grandes nomes ligados ao Creative Commons​ quer ser presidente do Estados Unidos da América com um propósito único e claro: mudar o sistema de financiamento político nos EUA, o qual ele acredita é uma das grandes razões para corrupção e injustiças por lá. Segundo Lessig, seu plano é se eleger, efetuar a mudança, e então renunciar. E une discurso à ação ao lançar campanha de financiamento coletivo (crowdfunding) para sua eleição: se ele levantar 1 milhão de dólares até 7 de setembro, ele se candidata à presidência.

Para Lessig a forma de financiamento de campanhas é um dos pontos mais importantes da política e questão chave para melhorar a sociedade, pois as atuais regras americanas (com as quais as brasileiras guardam grades semelhanças) exigem que os candidatos arrecadem muito dinheiro de poucas pessoas/empresas, e acabam ficando de rabo preso com seus financiadores, corrompendo os valores democráticos republicanos.

Saiba mais sobre o assunto na fonte, em inglês, e aproveite para ver este vídeo da palestra “Nós, o Povo, e a República que precisamos retomar” (We the People, and the Republic we must reclaim, no original), que Lessig apresentou no TED alguns anos atrás, onde ele explora sua tese.

Quase 30 (bons) covers de Guns of Brixton, do The Clash

Caixa The Clash (5 álbuns de estúdio) na Amazon

Um usuário do YouTube, Kola Kolianowski, reuniu quase 30 covers de uma das músicas que mais gosto e certamente a que mais gosto do The Clash, Guns of Brixton.

Aparentemente, você pode fazer uma festa inteira só com versões Guns of Brixton. Tem versão hardcore, ska, dub, acústica, chill out, rockabilly, ska (como a já clássica versão suavezinha e docinha do Nouvelle Vague), e mais, feitas por bandas bem conhecidas e outras bem underground cantando em inglês, em português, espanhol e até polonês.

Ouro em forma de ondas sonoras.

Para quem não sabe muito do que trata a música, é meio que uma crônica do clima no bairro londrino de Brixton, onde a relação entre autoridades (em especial a polícia) e a população era bem tensa e culminou com o Tumulto de Brixton, em 1981 (a música original é de 1979). Para ter uma idéia, pense na comparação que Mundo Livre S/A faz em seu cover: “Balas da Rocinha”.

Mas, voltando aos covers, minhas versões preferidas (sem ordem especial):

  • Analena
  • RTZ Global
  • Xalexico
  • Arcade Fire
  • Nouvelle Vague
  • Pre-school
  • Santogold – Guns of Brooklyn ;
  • Evilsons
  • Mundo livre S/A
  • Honeydippers
  • Los Fabulosos Cadillacs

Bônus: Caixa The Clash na Amazon

Dê uma olhada nesta caixa incrível com 5 álbuns estúdio do The Clash.

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Ele ficou de saco cheio de títulos apelões caça-cliques, o que ele fez foi surpreendente

O homem sou eu. E como profissional envolvido em criar conteúdo de qualidade e leitor que preza por conteúdo de qualidade, me irritei com estes títulos caça-níqueis, cheios de ganchos e apelos à curiosidade ou emoção baratas. Um estilo popularizado por sites como UpWorthy e afins e seguido por uma legião de blogueiros, sites e até jornais desesperados por um visitante e dispostos a perder relevância.

Sabe o que fiz? Parei de clicar e ler, oras. Há 1 ano. (anotei no Google Calendar)

Consumo é isto, em boa parte das vezes você tem a opção de comprar/clicar/fazer algo ou não. É só exercer seu poder.

E agora, espero completar 6 meses sem clicar em qualquer link ou conteúdo do Buzzfeed ou qualquer outro lugar do tipo “XX coisas que só quem ______ vai entender” ou “YY momentos que _________ mostrou/provou/outroverbo que é _________“. Já tem 4 meses e vamos vivendo dia após dia.

Amazon Echo: será que a casa do futuro realmente chegou?

Amazon Echo: será que a casa do futuro realmente chegou?
Amazon Echo: será que a casa do futuro realmente chegou?
Amazon Echo: será que a casa do futuro realmente chegou?

Sei que é meio cliché este negócio de esperar a casa do futuro. Mas se o Amazon Echo, computador/assistente doméstico da Amazon realmente fizer tudo o que promete e for tão bom assim no reconhecimento de linguagem natural via voz, será revolucionário, inclusive na acessibilidade para pessoas com deficiências visuais e motoras ou idosos que não se dão muito bem com computadores e afins.

Confira abaixo o vídeo de lançamento do Amazon Echo e outro de um cara comparando o Echo com a Siri, da Apple (iPhone/iPad)

Não imagino que a versão atual seja tão fodona, e no YouTube você encontrar algumas resenhas mostrando pontos negativos. Mas quase todos os pontos negativos são facilmente solucionáveis,  muitos deles com uma simples atualização de software, e acredito que cada lote do produto será melhor e mais inteligente que o anterior.

Para quem ficou interessado, já está disponível para compra na Amazon

Um apelo aos amigos e familiares Cristãos: defendam o amor

Aos queridos amigos e familiares cristãos, em especial de denominações evangélicas, que realmente acreditam num Deus de amor:Os pseudocristãos estão acabando com o seu cristianismo.

Está na hora de vocês se posicionarem e defenderem a fé e crenças de vocês dos radicais e extremistas que pregam um cristianismo destoante da mensagem de tolerância e amor que se vê nos evangelhos.

Links: a violência sexual contra mulheres em Game of Thrones

2 textos, ambos em inglês, para continuar a discussão sobre violência contra mulheres em Game of Thrones e a relação disto com a violência contra mulheres aqui no mundo real.

O primeiro pergunta “Por quê Game of Thrones mostra tanta violência sexual?” e o segundo afirma “Game of Thrones: Onde a violência sexual e a misogenia são boas notícias para as mulheres.”

Why Does Game of Thrones Feature So Much Sexual Violence?

To some extent, the HBO show is adapting the themes of the novels, but it’s also deliberately added instances of rape and torture on a number of occasions.
Fonte: The Atlantic

Series 5 of Game of Thrones has been labelled the most brutal yet, for its unflinching depictions of violence against women. Rhiannon Evans says we should applaud its portrayal of victims, victors and everything in between
Fonte: Telegraph